Olhar Sem Fronteiras – Projeto fará 10 anos com palestras comemorativas e tem 160 pedidos para realização

Por Universo G7 – 15/08/2021

Terminou na semana passada, o prazo para que interessados em receber o projeto Olhar Sem Fronteiras 2022, se inscrevessem no G7.
Foram feitas, 160 inscrições de pedidos para realização das palestras que serão ministradas ao longo do ano que vem.
A expectativa é que um cronograma das palestras seja montado nos próximos meses, a medida que também, se façam negociações por patrocínio.

O G7, já está em conversa com algumas marcas e empresas, tentando trazer estas para o projeto social.
Os dados finais, vem em outubro também.
Para o ano que vem, serão ministradas 25 palestras.
Ou seja, dos 160 pedidos realizados, 135 deles não serão atendidos.
O que mostra o quanto é importante o Olhar Sem Fronteiras e o quanto ele se tornou competitivo.

Para sua realização, o G7 vai montar uma equipe de palestras, que já começou a ser trabalhada por Guilherme Kalel.
Daniella Freitas, Eloá Briscker, Kethelyn Patricia e Manuela Becker fazem parte desse pacote.
Elas estão sendo preparadas por Kalel, para que ministrem as palestras no ano que vem.
Algumas delas já ministram nesse ano.

O Jornalista também deve ministrar algumas delas,
em especial a do dia 9 de março.
Nessa data uma palestra especial será realizada, em razão dos 10 anos do projeto.
A 1ª palestra do Olhar Sem Fronteiras, foi dada por Guilherme Kalel, na cidade de São Paulo, para um grupo de 700 médicos,
no dia 09/03/2012.

De lá para cá, foram quase 10 anos de projeto e de muito sucesso.
O projeto ministra palestras que falam sobre a deficiência visual,
como ajudar o Invisual no dia dia, e as suas capacidades.
Abriu o horizonte de pessoas e empresas, e melhorou a relação destes com deficientes visuais inclusive para fins de contratações no mercado de trabalho.
“Investir no Olhar Sem Fronteiras, é investir no Invisual,
é abrir o espaço para que mostremos nossas capacidades e com isso, que de uma vez derrubemos o paradigma de que somos coitadinhos só porque não enxergamos.
Não ver é um fato, um detalhe, não significa que não somos normais ou que devemos ser tratados de formas diferentes”, diz o Jornalista.