Brasil registra recorde de número de contaminados pela Covid-19, 100 mil em 24h e mais 2,7 mil mortes

Por Lívia Tomazelli e Nathália Mello, Do Informe Franca

25/03/2021 | 19h48

O Brasil registrou um novo número de recordes para Coronavírus, nesta quinta-feira, 25.
100 mil novos casos da doença foram contabilizados de acordo com o Ministério da Saúde.
Os dados foram repassados pelos estados com base nos seus sistemas de informação sobre a doença.

Além dos novos casos infectados, o país registrou mais de 2,7 mil mortes provocadas pela Covid-19.
No total, o Brasil tem 303420 pessoas que perderam as suas vidas pela Covid-19, e 12320069 pessoas já infectadas.
Os novos números mostram que cada vez mais as medidas de isolamento social são mínimas no país.
O alto contágio se dá, exatamente porque as pessoas não seguem as regras de distanciamento.

São Paulo é o epicentro da doença no país com o maior número de casos e de mortes.
Depois aparecem Minas Gerais e Rio de Janeiro na sequência do Ranking.
Outro número preocupante é que hoje, Mato Grosso e Rondônia não tinham nem um leito disponível para internar pacientes com Covid-19.
100% de enfermarias e UTI, nas redes pública e privada, estavam ocupados nos 2 estados.
Números assustadores e preocupantes também aconteceram, em outras localidades da Federação.

Em Porto Alegre, pacientes ainda esperam na fila para uma vaga de UTI.
No Paraná, são 900 que esperam vagas alguns, há mais de uma semana.
Em São Paulo, são mais de 1000 pessoas que estão na central de vagas a espera de um leito.

A falta de oxigenação e de medicamentos para o tratamento da Covid-19 e da entubação, são outro problema.
Hoje as vacinas no Brasil podem ter ganhado um novo aliado.
A Justiça Federal do DF aceitou uma ação que permite com que a iniciativa privada adquira vacinas, e não as divida com a União.
Por uma lei aprovada, as empresas podem comprar vacinas mas não podem imunizar seus funcionários apenas doa-las ao governo.
Se se confirmar essa sentença judicial, as empresas poderão imunizar e a doação ao governo passaria a ser opcional.
Isso seria mais justo e mais rápido, no auxilio da imunização que está muito atrasada no Brasil.
Milhões de doses poderiam ser adquiridas e aplicadas, pela iniciativa privada.