Brasil tem 300 mil mortes registradas pelo novo Coronavírus

Por Nathália Mello e Mariana Novacki, Do Informe Franca

24/03/2021 | 17h32

O Brasil registrou nesta quarta-feira, 24 de março, mais uma triste marca nesta pandemia de Covid-19.
Mais de 300 mil pessoas perderam a sua vida desde que a pandemia chegou ao país, em março do ano passado.
Os números que são de um levantamento do Informe Franca feito junto as Secretarias de Saúde dos estados, mostram que 300018 pessoas morreram no país.
O número de casos também não para de crescer, tendo o Brasil 12191346 pessoas contaminadas.

O número de vacinados na contramão disso, continua pequeno.
Foram aplicadas mais de 17 milhões de doses de vacinas no Brasil.
Mas deste total, apenas 12 milhões são de 1ª dose, e outras 4 milhões de 2ª.
O que significa que só as pessoas que tomaram a 2ª dose estão de verdade protegidas contra o vírus.

O país, enfrenta atraso na entrega das vacinas, por conta de um cronograma irreal criado pelo Ministério da Saúde.
Um cronograma criado a partir de muita polêmica com o governo federal, que demorou para comprar doses.
Agora sofre com esses atrasos.

A pandemia segue em alta no país, com São Paulo sendo o estado com maiores índices de casos e mortes no país.
Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, aparecem na sequência.
O Brasil tem a 2ª maior média de casos e de morte do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
Especialistas apontam que, se o país não conter o vírus agora ele tem potencial para ultrapassar os EUA, até o final do 1º semestre do ano.
Lá, a curva da pandemia tem diminuído a medida que a vacinação avança, e que avançam os protocolos de distanciamento social, implantados pela política do Presidente Joe Biden, em janeiro desse ano.
Aqui, o Presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje que vai criar um comitê, para coordenar as ações contra a doença.
Também disse que só a vacina, vai salvar vidas.
E que até o final do ano, 500 milhões de doses serão aplicadas em todo país, suficiente para vacinar toda a sua população.
O número é irreal e não será atingido, devido a como hoje a vacinação está lenta, apontam cientistas e médicos.