Coronavírus – Brasil chega a 265,5 mil mortes provocadas pela pandemia

Por Guilherme Kalel, Lívia Tomazelli e Nathália Mello, Do Informe Franca

08/03/2021 | 6h

O Brasil registrou neste domingo, 7, o 9º dia seguido de recordes em mortes provocada s pela Covid-19.
Com 1054 pessoas que perderam suas vidas pela doença, o país atingiu a marca de 265,5 mil pessoas que tiveram as vidas ceifadas na pandemia.
No período de contabilizações de casos e mortes, o país ainda registrou 11,3 milhões de pessoas que foram infectadas pelo Coronavírus.
Além das mortes registradas o país ainda conta que, 9,7 milhões destas conseguiram se recuperar.
Mas o Ministério da Saúde não leva em conta, quantas dessas pessoas tiveram sequelas por conta da doença,
ou quantas morreram meses mais tarde por complicações que foram provocantes da Covid anterior.

Se esses números fossem considerados certamente os números da pandemia seriam maiores e mais assustadores.
Neste domingo, o Secretário de Desenvolvimento Regional de São Paulo Marco Vinholi, confirmou que o estado vive o pior momento da pandemia.
E que acredita que vá piorar, a depender de como os Prefeitos conduzirem a situação.

Agora é a hora dos Prefeitos escolherem, se querem investir em saúde, ou se preferem investir em caixões e consolar as famílias de suas cidades no futuro, disse o Secretário.
As suas afirmações ocorrem em momentos históricos.
A capital paulista começa a ter problemas de falta de leito em UTI em alguns de seus maiores hospitais.
E o medo é que isso se reflita em outros Municípios.
O Mato Grosso começou a pedir hoje, vaga em outros hospitais de outros estados porque não tem como atender mais a sua população.
Desde sexta-feira, 5 de março, Rondônia leva pacientes ao Rio de Janeiro porque faltam leitos.

Porto Alegre no Hospital de Clínicas, referência no RS para o atendimento da Covid-19, a situação é gravíssima.
O hospital não dispõe mais de respiradores para atender as pessoas nem de leitos em UTI.
A capital gaúcha tem 126% de vagas ocupadas.
Ou seja, além das existentes 26% de pessoas que precisam de UTI estão em postos improvisados a espera de vagas na rede pública ou particular de saúde.