Imunium – Infectologista de SP registra estudo para testar nova fórmula no combate a Covid-19

Por Mariana Monary

Informe Franca – 26/08/2020 | 9h50

A médica infectologista e homeopata Beatrice Germain, que integra a rede de saúde Meclin em São Paulo, criou um grupo de estudos para avaliar os efeitos de um novo medicamento
para tratar a Covid-19.
A ideia é saber, até que ponto a fórmula pode ser eficaz, no combate a doença.

Este seria o primeiro tipo de medicação, que foi criada a partir de uma fórmula combinada de diferentes substâncias, para tratar o novo Coronavírus.
Os nomes de 15 pacientes, 5 deles com comorbidades, foram inclusos no estudo de Dra. Beatrice.
Em parceria com ela, assina a criação da metodologia a médica Giovana Granzzoti.
Neurologista, Oncologista e pesquisadora de medicamentos para combate aos tumores cerebrais.

As duas profissionais, começaram a usar a fórmula, há 15 dias.
E garantem que obtiveram resultados melhores e mais satisfatórios, do que outros medicamentos tradicionais do mercado.
“Por ser uma fórmula concentrada, a medicação pode garantir a quem toma, os menores efeitos colaterais possíveis, diferente do uso de uma cloroquina, por exemplo.”
Explicou a médica Beatrice Germain.
Ela também destacou, que só a medicação sozinha não vai combater todos os sintomas da Covid-19.
“Cada paciente deve ser avaliado separadamente.
O tratamento combate o vírus, mas alguns pacientes também precisam de um antibiótico como a Azitromicina, para melhorar a resposta da medicação.” Explicou.

O medicamento, está sendo chamado dentro do grupo de estudos de Imunium, uma palavra que vem de Imunidade.
Ele reúne, pelo menos 4 combinações de ervas medicinais, que já são conhecidas pelos tratos de diversas outras doenças.
E que se provaram eficazes como imunizantes e fortalizantes do sistema imunológico.

Os estudos que começaram há 15 dias, tem um longo caminho pela frente.
E não existe garantia de que possam ser a salvação para o Coronavírus.
As próprias pesquisadoras reconhecem que, são tentativas que possam criar diferentes alternativas de tratamentos para a doença.
Trazendo o menos efeito colateral possível ao paciente, e garantindo recuperação mais rápida.

Nos casos em que o Imunium foi testado, os pacientes apresentaram melhora significativa, a partir do 2º dia de tratamentos.
A medicação deve ser usada por 5 dias num primeiro momento, e depois, os pacientes fazem um novo teste.
Se a sorologia ainda estiver positiva, eles são submetidos a mais 7 dias de tratamentos.

Por enquanto, a medicação está sendo receitada apenas aos pacientes que aceitaram participar do grupo de estudos, 15 pessoas.
Que residem nas cidades de São Paulo, Franca, Ribeirão Preto e Porto Alegre.
Mas, a expectativa é que a medicação, tenha seu leque ampliado a outras cidades.
Durante os testes, a Meclin vai ser responsável por sintetizar e enviar a fórmula, aos pacientes que estão em tratamento.
O medicamento não é de alto custo, destacou Dra. Beatrice.