Mundo atinge marca de 800 mil mortes por Covid-19

Por Lívia Tomazelli

Informe Franca – 23/08/2020 | 7h

Neste sábado, 22 de agosto, o número atingiu mais uma triste marca relacionada a Covid-19.
De acordo com a Universidade Norte-Americana que monitora os dados do Coronavírus no planeta, foram contabilizadas 800 mil mortes.
O número é de assustar, pois cresceu de maneira avassaladora nos últimos meses.
Até abril, o Mundo tinha 100 mil pessoas mortas.
A partir de maio, os meses foram de crescimento nos óbitos e nos casos, de maneira a se assustar e impressionar.

Os Estados Unidos, lideram o ranking de casos, com mais de 5,6 milhões de pessoas infectadas, e de mortes, com 175,6 mil óbitos.
O Brasil, aparece na segunda colocação, com 3,5 milhões de casos, e 113358 mortes registradas.

O mundo tem ao todo, 22,9 milhões de pessoas que contraíram o Coronavírus.
Deste total, cerca de 14 milhões são consideradas curadas da doença.

Os dados que preocupam, ganham mais um reforço,
as taxas de reinfecção da doença.
São pessoas que tem contraído a Covid-19, mais de uma vez.
Em diversos pontos do mundo, há esses registros.
Mas não existe um número oficial, de quantos casos de segundo contágio foram ocorridos.

Enquanto os casos e mortes aumentam, os países seguem na corrida por uma vacina que combata a Covid-19.
Iniciada na China, o país autorizou mais uma vacina a ser estudada em seres humanos neste sábado, 22.
Outra vacina criada no mesmo país, já está em estágios avançados de estudos, inclusive no Brasil.
A expectativa é que, ela possa começar a ser produzida no ano que vem.
A Universidade de Oxford, da Inglaterra, em parceria com o laboratório Astrazeneca, também tem uma vacina em estudo, em avançado estágio.
A vacina já foi testada em 50 mil pessoas e mostrou um resultado promissor.
No Brasil, é a que mais tem avançado nos testes.
Também tem previsão, de ter a produção iniciada a partir de 2021.
Estados Unidos e Rússia, são outros países que tem brigado, para construir uma vacina de maneira mais rápida.
Os russos, prometem que até dezembro, sua vacina estará disponível para comercialização e uso na população.
Os testes foram feitos no país, e o Presidente da Rússia prometeu que a partir de outubro, seus cidadãos começariam a ser imunizados.
É a primeira vacina que foi registrada no mundo, para o combate a doença,
porém, a OMS alerta para os riscos de sua criação precoce.
A vacina russa, não passou por todos os testes de segurança, antes de ser registrada no seu país.
O que significa, que seus desenvolvedores não conhecem todos os efeitos colaterais que ela possa trazer as pessoas.