Luto – Brasil atinge marca de 100 mil mortos por Covid-19

Por Guilherme Kalel e Lívia Tomazelli

Informe Franca – São Paulo 08/08/2020 | 15h16

O Brasil atingiu uma triste marca neste sábado, 8 de agosto.
Por volta das 13h40, o país registrou 100 mil mortes provocadas pelo novo Coronavírus.
Os números são registrados desde março, quando a pandemia começou a matar no Brasil.

Desde 25 de fevereiro, quando registrou-se o primeiro caso no país, foram 3 milhões de casos contabilizados e 100 mil mortes.
Os dados são das Secretarias Estaduais de Saúde, em um levantamento do Informe Franca.
Até o final do dia de hoje, quando o Ministério da Saúde deve divulgar os dados oficiais do país, este número deve subir.
Isso porque, os números contabilizados em um dia, começam a contar a partir das 16h, e se encerram as 15h59 do dia seguinte.
O que quer dizer que, esses 100 mil mortos serão contabilizados provavelmente, com novos casos a serem computados até as 16h.

O que deixa as autoridades de saúde em alerta máximo, é que o Brasil atingiu 100 mil mortes, menos de 2 meses depois de atingir 50 mil óbitos provocados pela doença,
o que ocorreu em 21 de junho.
Todos os dias, o país registra altas médias de mortes, embaladas pela baixa adesão ao isolamento social.
Com pessoas cada vez menos respeitando as regras de distanciamento e governantes reabrindo a economia.
A discussão mais recente, é da volta as aulas em setembro ou outubro,
o que pode aumentar ainda mais o total de casos e de mortes, entre jovens e crianças.

São Paulo é o estado do Brasil, que registra a maior taxa de infecções, 600 mil casos confirmados,
e mortes, com quase 26 mil óbitos registrados.
No Ranking mundial, o Brasil é o 2º país do mundo em números oficiais de casos e de infecções, e está atrás apenas dos Estados Unidos.

Casos de reinfecção
Uma onda nova de Coronavírus tem preocupado países da Europa,
e com ela aumentam as preocupações relacionadas a reinfecção pela doença.
Estudos apontam que, uma pessoa pode pegar a Covid-19 mais de uma vez, especialmente aquelas que são imunocomprometidas.
Em São Paulo, já existem casos de pacientes que estão em reinfecção da doença, e aguardam exames que possam confirmar o fato.