Pandemia – Brasil tem 95 mil mortes provocadas pelo novo Coronavírus

Por Lívia Tomazelli

Informe Franca – 04/08/2020 | 20h48

A gripezinha também chamada de Novo Coronavírus, continua fazendo vítimas fatais em todo o planeta.
Com mais de 18 milhões de pessoas infectadas o total de óbitos quase chega a 700 mil no mundo.
No Brasil, a gripe de nada para alguns, acabou se mostrando muito mais que isso para outros.
O número de pessoas que perderam suas vidas no país por exemplo, é de 95821 pessoas desde o início da Pandemia em março.
Foram, 1154 pessoas que morreram só nas últimas 24h, segundo os dados apresentados na noite desta terça-feira pelo Ministério da Saúde.

O número de casos também cresceu, atingindo a marca de 2801921 pessoas infectadas.
Com a maior taxa de contaminação e morte, ocorrendo em São Paulo, e sendo seguido por Ceará e Rio de Janeiro.
O Brasil ainda é, o 2º país no ranking mundial em números absolutos de pacientes infectados e de mortes pela Covid-19, também chamada de Coronavírus.
E esses números infelizmente, estão longe de parar a crescer.
O país ainda enfrenta uma curva grave e acentuada de contaminações,
E todos conhecem alguém que foi acometido pela doença, bem como eventuais efeitos e sequelas que ela pode trazer.

Enquanto o país, tenta se recuperar como dá da pandemia,
as pessoas adoentadas continuam a precisar de cuidados e tratamentos.
Muitos indisponíveis pela falta de recursos ou opções.
Sem eficácia comprovada, 70% das pessoas diagnosticadas com Covid-19 no Brasil são tratadas com Cloroquina, 20% com Ivermectina, e 10% com outros medicamentos.
Os resultados falam por si.
90% dos tratados com outros medicamentos se recuperam num prazo de 10 a 25 dias depois de contrair o vírus.
Já naqueles que se tratam com Ivermectina, o total de recuperados no mesmo período é de 20% de pessoas.
Na Cloroquina, apenas 5%.

Esses números mostram que, não são eficazes esses dois medicamentos citados.
Mas sim, o tempo de encubação do vírus, é que é responsável pelas curas.
Os dados constam em diversas pesquisas, ignoradas pelo governo federal e o próprio Ministério da Saúde,
que insiste em protocolos impróprios ou inapropriados para o tratamento da doença.
Enquanto isso o que tem aumentado, é a gravidade da situação do país,
e das pessoas que precisam ir para UTI, em decorrência da Covid-19.
E aí mais um problema, não há leitos.
Outro problema, não há medicamentos suficientes para a sedação e entubação dos pacientes.
E o caos prossegue.