Vacinas contra Coronavírus começam a se mostrar com respostas positivas

Por Guilherme Kalel e Lívia Tomazelli

Informe Franca – 20/07/2020 | 14h55

Duas vacinas que estão sendo testadas para o combate ao Coronavírus, se provam eficazes no combate a doença.
É pelo menos o que mostram os estudos, com cada uma das drogas, desenvolvidas pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a Astrezaneca,
e uma outra imunizante feita na China pela Sinovac Biotech.

As duas vacinas passaram pelos primeiros testes e estão na fase 3, para testagem em massa de pessoas.
São, 50 mil pessoas que estão sendo imunizadas em todo o mundo, inclusive no Brasil.
A Astrazeneca, assinou inclusive um convênio com governos mundiais, para disponibilizar a vacina durante a pandemia, sem qualquer cobrança adicional.

O tempo das duas vacinas em resposta, é o que tem colocado ambas as drogas, como as mais promissoras em termos de eficácia.
Ambas, tiveram respostas positivas do sistema imunológico do paciente, destruindo as células do Vírus.
Já foram testadas pessoas saldáveis e agora os cientistas buscam saber, quanto tempo dura a vacina e se ela pode ser usada em todos os públicos.
A vacina deve ser tomada por quem não contraiu a doença.
Drogas que combatam o vírus, ainda não foram descobertas.
Há muitos estudos nesse sentido de cura, mas nem um concluso.
Uma coisa que a comunidade médica concorda, pelo menos a maior parte dela,
é que a Cloroquina e a Ivermectina, apontadas como salvadoras no combate a Covid-19, não o são.
Ambas as drogas não se mostraram seguras ou eficazes, na luta do sistema imunológico contra os vírus.
Os estudos com as medicações já foram interrompidos, em boa parte do mundo.
Mas ainda existe uma pequena parcela de defensores do protocolo, que o seguem mesmo contra recomendações.

Já no caso das vacinas que estão sendo desenvolvidas, elas também estão sendo testadas no Brasil.
A vacina chinesa chegou hoje em São Paulo e deve entrar em testes em voluntários.
A de Oxford, já está sendo testada há algumas semanas, num grupo de 5 mil pessoas no Brasil.