PF faz operação na residência oficial do governador do Rio

Informe Franca – 26/05/2020 | 16h15

A Polícia Federal realizou nesta manhã de terça-feira, 26, no Rio de Janeiro, a operação Placebo.
Que investiga o desvio de recursos públicos em contratos firmados entre o governo do estado, e Organizações Sociais para construção de hospitais de campanha.
Essas unidade de saúde, deveriam ser erguidas para que atendessem pacientes com Covid-19.
Mas até hoje ainda não saíram do papel.

Por ordem da Justiça, a sede do governo e residência oficial do governador Wilson Witzel, foram alvos de buscas nesta manhã.
Os agentes federais, também apreenderam documentos, computadores e o celular de Witzel.

A operação, ocorre um dia depois da deputada bolsonarista Carla Zambelli, dizer que governadores que estariam agindo contra a lei, seriam identificados e punidos pela Polícia Federal.
Zambelli, negou que tivesse informações privilegiadas a cerca da operação, o que já virou alvo de pedido de investigações por parte da oposição.

Witzel, disse no final da manhã desta terça-feira, que o filho do Presidente, Flávio Bolsonaro, deveria estar preso se este fosse um país sério.
E culpou perseguição política a operação desta manhã.
O governador do Rio disse que, o Presidente Jair Bolsonaro tem interferido na PF, e que usa a agencia de segurança como arma, contra seus desafetos.

A Procuradoria Federal disse, que não existem dúvidas de que desvios públicos foram feitos, nos contratos firmados com as Organizações Sociais.
Foram desviados nos contratos investigados, mais de R$ 3,9 Milhões em recursos públicos segundo os promotores federais.

As investigações da PF, se iniciaram a partir de informações da Polícia Civil do RJ, e do Ministério Público.
Essas informações levaram a uma investigação detalhada, que desencadeia a operação de hoje.

Além da sede do governo do estado, os policiais estiveram também no escritório da Primeira-dama, em uma casa em que Witzel morou antes de se eleger governador, e em São Paulo.
Na capital paulista, estiveram na sede da Iabas, a Organização Social que teria celebrado os contratos com o Rio de Janeiro, superfaturando as obras.

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